Mostrando postagens com marcador Infectologia.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Infectologia.. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Entenda a Sepse

Você sabe o é a sepse?

   Antigamente era conhecida como septicemia ou infecção generalizada, na verdade, trata-se de uma inflamação generalizada do próprio organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. Essa inflamação pode levar a parada de funcionamento de um ou de mais
órgãos, com risco de morte.

Fig1: Ilustração de sepse a qual pode agravar um ou mais órgãos. Disponível em:http://www.farmaciabomlar.com.br/, Acesso em: 10/02/2014.





Fig 2 : Sepse grave acometendo os intesntinos. Disponível em: http://saude.culturamix.com/doencas/sepse-grave, Acesso em: 10/02/2014.
                                      
 

   Atualmente a sepse é a principal causa de mortes nas unidades de terapia intensiva (UTI). A sepse mata mais do que o infarto do miocárdio e do que alguns tipos de câncer.
 
   O nosso país tem uma das mais altas taxas de mortalidade do mundo pela sepse. Estima-se que 400 mil novos casos são diagnosticados por ano e 240 mil pessoas morrem anualmente. 

Quem tem mais risco de adquirir sepse?
   Prematuros; crianças abaixo de um ano; idosos acima de 65 anos; pacientes com câncer, AIDS ou que fizeram uso de quimioterapia ou outros medicamentos que afetam as defesas do organismo, pacientes com doenças crônicas como insuficiência cardíaca, insuficiência renal, diabetes; usuários de álcool e drogas e pacientes hospitalizados que utilizam antibióticos, cateteres ou sondas.

Fig 3: Lactante com Sepse Grave. Disponível em: http://saude.culturamix.com/doencas/sepse-grave, Acesso em: 10/02/2014.


Como a sepse pode ser diagnosticada?

     Embora não existam sintomas específicos, todas as pessoas que estão passando por uma infecção e apresentam febre, aceleração do coração (taquicardia), respiração mais rápida (taquipneia), fraqueza intensa e tonteiras e pelo menos um dos sinais de gravidade, como pressão baixa, diminuição d quantidade de urina, falta de ar, sonolência excessiva ou ficam confusos (principalmente os idosos) devem procurar imediatamente
um serviço de emergência ou o seu médico. 

Quais os tipos de infecção que podem evoluir para sepse?

   Qualquer tipo de infecção, leve ou grave, pode evoluir para sepse. As mais comuns são a pneumonia, infecções na barriga e infecções urinárias. Por isso quanto menor o tempo com infecção, menor a chance de surgimento da sepse. Para tal, o tratamento rápido das infecções é uma estratégia que deve ser adotada. 



O tratamento da sepse exige recursos sofisticados?

   Não. A maioria das medidas eficazes para tratamento da sepse pode ser realizadas com o treinamento dos profissionais de saúde, utilizando recursos disponíveis na maioria 
das unidades de saúde.

Como é o tratamento?

    O principal tratamento da sepse é administrar antibióticos pela veia o mais rápido possível. Podem ser necessários oxigênio, líquidos na veia e medicamentos que aumentem a pressão arterial. A diálise pode ser necessária se os rins pararem de funcionar. Um aparelho de respiração artificial pode ser utilizado em caso de dificuldade respiratória grave. 
 
É possível prevenir a sepse?

    O risco de sepse pode ser diminuído, principalmente em crianças, respeitando-se o calendário de vacinação. Uma higiene adequada das mãos e cuidados com o equipamento médico podem ajudar a prevenir infecções hospitalares que levam à sepse. Mas atenção: sepse não acontece só por causa de infecções hospitalares. Assim, bons hábitos de saúde podem ajudar. Outra dica importante é evitar a automedicação e o uso desnecessário de antibióticos.



Fonte:

 Entenda a sepse: http://www.diamundialdasepse.com.br/sepse.html
 

 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Seminário de Medicina Tropical do Estado do Tocantins

    Na última quinta-feira (05/12) aconteceu na FUNTROP em Araguaína o Seminário de Medicina Tropical do Estado do Tocantins, esse seminário teve como finalidade a discussão em Doenças Tropicais e suas linhas de pesquisas.
      Além da UFT instituições como a UnB, Hospital de Doenças Tropicais do Amazonas, Fiocruz, Instituto Evandro Chagas, UFG, USP, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e Universidade Federal do Pará (UFPA) foram convidadas para a discussão de pesquisas e projetos em Doenças Tropicais.
      Os principais temas abordados foram Chagas, Toxoplasmose, Malária e Leishmaniose Visceral. E em meio a mesas redondas houve um tempo reservado para a apresentação de ligas em doenças tropicais, e a LAIA estava presente.
  


Drª Rosângela Ribeiro apresentando o presidente da LAIA Samuel Figueiredo

Presidente da LAIA Samuel Figueiredo apresentando as propostas da liga

LAIA reunida ao termino do seminário


domingo, 17 de novembro de 2013


LAIA em Ação Contra a AIDS



No último quarto de século, desde que a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) foi inicialmente reconhecida, a epidemia global de AIDS tem indiscutivelmente se tornado não só a ameaça mais séria à saúde do início do século XXI como também um dos maiores entraves ao progresso social e econômico nos países extensamente afetados.

A AIDS é atualmente a principal causa mundial de morte de mulheres e homens com idade entre 15 e 59 anos, sendo uma em cada seis mortes nesta faixa etária causada pela AIDS. A epidemia global da AIDS não mostra nenhum sinal de redução, particularmente os países de renda baixa e média.Apesar do aumento de recursos financeiros e do compromisso político com o combate à AIDS desde o início deste século, é necessário um progresso mais rápido nestas e em muitas outras frentes se o mundo pretende atingir a Meta de Desenvolvimento do Milênio de deter e começar a reverter a epidemia até 2015.
As consequências clínicas da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) devem-se à capacidade deste vírus de infectar células cruciais do sistema imunológico do indivíduo afetado (Cecil Medicina Interna).Tendo em vista a importância de tal enfermidade, a Liga Acadêmica de Infectologia de Araguaína (LAIA) entende ser necessária a constante atualização de seus ligantes sobre a Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, capacitando-os para melhor esclarecer e dar assistência a população e seus futuros pacientes, para dessa forma combater essa epidemia mundial.




Dra: Rosângela Ribeiro, nos atualizando sobre as perspectivas da AIDS. 



Foto tirada após a reunião.Equipe LAIA.



Texto Produzido por: Samuel Soares Figueiredo, Presidente da LAIA- Liga Acadêmica de Infectologia de Araguaína e Estudante de Medicina no ITPAC- Instituto Tocanitnense Presidente Antônio Carlos.