Mostrando postagens com marcador Liga de Infectologia de Araguaína. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Liga de Infectologia de Araguaína. Mostrar todas as postagens

domingo, 2 de novembro de 2014

PNEUMOCISTOSE E AIDS: PROFILAXIA

Pneumonia é a manifestação clínica mais comum da infecção pelo Pneumocystis jirovecii em pacientes com aids.
A profilaxia primária da pneumocistose reduz o risco de sua ocorrência em aproximadamente nove vezes. A utilização de sulfametoxazol/trimetoprim na profilaxia primária da pneumonia por Pneumocystis jirovecii teve impacto na mortalidade por aids mesmo antes da utilização dos esquemas anti-retrovirais altamente ativos.
 
Tabela 1: Recomendações para prevenção da exposição a patógenos oportunistas
 
Agente infeccioso
Recomendação
Pneumocystis jirovecii
Evitar contato direto com pessoas com pneumonia por P. jirovecii (evitar internação em quarto conjunto);
Utilização de filtro especial na nebulização profilática de pentamidina.
 
Tabela 2: Indicações de profilaxia primária de infecções oportunistas para pacientes imunossuprimidos.
Agente infeccioso
1a Escolha
Alternativas
Pneumocystis jirovecii (CD4< 200)
Sulfametoxazol-TMP 800/160 – um comprimido por dia
SMZ-TMP 800/160 em dias alternados ou 3x/ semana; Dapsona 100 mg VO por dia Pentamidina por aerossol 300mg mensalmente (Nebulizador Respigard II)
 
Na infecção pelo HIV, a profilaxia primária para pneumocistose é recomendada:
 
Para pacientes com T-CD4 < 200 células/mm³ ou < 15% de linfócitos totais;
Presença de candidíase oral;
Febre indeterminada com mais de duas semanas de duração.
 
 

segunda-feira, 23 de junho de 2014

DIAGNÓSTICO DA FEBRE REUMÁTICA

            
A Febre Reumática (FR) é uma complicação autoimune de uma infecção da orofaringe por Streptococus β hemolítico do grupo A. Sendo mais frequente em crianças e adultos jovens. É um sério problema de saúde em todo mundo, porém devido a melhoria das condições socioeconômicas, culturais e o uso de antibióticos sua prevalência tem diminuído, sendo a manifestação mais temida a cardite.

O diagnóstico da febre reumática é clínico, não existindo sinal patognomônico ou exame específico. Os exames laboratoriais, apesar de inespecíficos, sustentam o diagnóstico do processo inflamatório e da infecção estreptocócica. Os critérios de Jones, estabelecidos em 1944, tiveram a sua última modificação em 1992 e continuam sendo considerados o “padrão ouro” para o diagnóstico do primeiro surto da FR. A divisão dos critérios em maiores e menores é baseada na especificidade e não na frequência da manifestação.

A probabilidade de FR é alta quando há evidência de infecção estreptocócica anterior, determinada pela elevação dos títulos da antiestreptolisina O (ASLO), atentando para os casos subclínicos, além da presença de pelo menos dois critérios maiores ou um critério maior e dois menores. Com as sucessivas modificações, os critérios melhoraram em especificidade e perderam em sensibilidade devido à obrigatoriedade de comprovação da infecção estreptocócica.

Os critérios de Jones modificados pela American Heart Association (AHA) em 1992 devem ser utilizados para o diagnóstico do primeiro surto da doença, enquanto os critérios de Jones revistos pela OMS e publicados em 2004 destinam- se também ao diagnóstico das recorrências da FR em pacientes com cardiopatia reumática crônica (CRC) estabelecida. Uma vez que outros diagnósticos sejam excluídos, a coreia, a cardite indolente e as recorrências são três exceções em que os critérios de Jones não têm que ser rigorosamente respeitados.










Critérios Maiores:


  •  Artrite


A artrite é a manifestação mais comum da FR, presente em 75% dos casos, com evolução autolimitada e sem sequelas. Nos casos de associação com cardite, tem sido descrita correlação inversa entre a gravidade das duas manifestações. A artrite típica da FR evolui de forma assimétrica e migratória.  A artrite é, em geral, muito dolorosa, apesar de não mostrar sinais inflamatórios intensos ao exame físico. A resposta aos anti-inflamatórios não hormonais é rápida e frequentemente a dor desaparece em 24 horas, enquanto os outros sinais inflamatórios cessam de dois a três dias.
Embora o padrão típico seja observado em cerca de 80% dos casos, existem apresentações atípicas que requerem outras considerações no diagnóstico diferencial, as quais incluem artrite aditiva (envolvimento progressivo e simultâneo de varias articulações, sem cessar a inflamação nas anteriores), monoartrite e acometimento de pequenas articulações e da coluna vertebral.
  • Cardite

A cardite é a manifestação mais grave da FR, pois é a única que pode deixar sequelas e acarretar óbito. A manifestação ocorre entre 40%-70% dos primeiros surtos, embora séries mais recentes, em que a ecocardiografia foi utilizada para avaliação, demonstrem prevalências mais elevadas. A cardite tende a aparecer em fase precoce e, mais frequentemente, é diagnosticada nas três primeiras semanas da fase aguda. O acometimento cardíaco é caracterizado pela pancardite, entretanto são as lesões valvares as responsáveis pelo quadro clínico e pelo prognóstico. O acometimento pericárdico não é comum, não ocorre isoladamente e não resulta em constrição. Já a insuficiência cardíaca é causada pela lesão valvar e não pelo acometimento miocárdico.
O acometimento do endocárdio constitui a marca diagnóstica da cardite, envolvendo com maior frequência as valvas mitral e aórtica. Na fase aguda, a lesão mais frequente é a regurgitação mitral, seguida pela regurgitação aórtica. Por outro lado, as estenoses valvares ocorrem mais tardiamente, na fase crônica.
 A ausência de sopro não afasta a possibilidade de comprometimento cardíaco. Cardites discretas não acompanhadas de outros sintomas da doença podem passar despercebidas, e a lesão valvar pode somente ser evidenciada em exames médicos de rotina ou por ocasião de surtos subsequentes. Atentando para os casos de cardite subclínica.

  • Coreia de Sydenham


A coreia de Sydenham (CS) ocorre predominantemente em crianças e adolescentes do sexo feminino, sendo rara após os 20 anos de idade. Sua prevalência varia de 5%-36% em diferentes relatos, com início insidioso caracterizado, geralmente, por labilidade emocional e fraqueza muscular que dificultam o diagnóstico.
Nos casos em que a coreia é a única manifestação da FR ou é acompanhada somente por artrite, deve ser solicitado, se possível, o anticorpo antinúcleo para descartar a possibilidade de lúpus eritematoso sistêmico. Anticorpos anticardiolipina têm sido descritos em pacientes com CS.

  • Eritema marginatum


Constitui manifestação rara, sendo descrita em menos de 3% dos pacientes. Caracteriza-se por eritema com bordas nítidas, centro claro, contornos arredondados ou irregulares, sendo de difícil detecção nas pessoas de pele escura. As lesões são múltiplas, indolores, não pruriginosas, podendo haver fusão, resultando em aspecto serpiginoso. As lesões se localizam principalmente no tronco, abdome e face interna de membros superiores e inferiores, poupando a face; são fugazes, podendo durar minutos ou horas, e mudam frequentemente de forma. Ocorrem geralmente no início da doença, porém podem persistir ou recorrer durante meses. Essa manifestação está associada à cardite, porém não necessariamente à cardite grave

  • Nódulos subcutâneos


Os nódulos subcutâneos são raros, presentes apenas em 2%-5% dos pacientes, e estão fortemente associados à presença de cardite grave. São múltiplos, arredondados, de tamanhos variados (0,5-2 cm), firmes, móveis, indolores e recobertos por pele normal, sem características inflamatórias. Localizam-se sobre proeminências e tendões extensores, sendo mais facilmente percebidos pela palpação do que pela inspeção. Ocorrem preferencialmente em cotovelos, punhos, joelhos, tornozelos, região occipital, tendão de Aquiles e coluna vertebral. O aparecimento é tardio (uma a duas semanas após as outras manifestações), regride rapidamente com o início do tratamento da cardite e raramente persiste por mais de um mês.


Critérios Menores


 Os sinais menores abrangem características clínicas e laboratoriais inespecíficas que, em conjunto com as manifestações maiores e com a evidência de estreptococcia prévia, ajudam a estabelecer o diagnóstico de FR.


  • Artralgia


A artralgia isolada afeta as grandes articulações e se caracteriza pela ausência de incapacidade funcional, cuja presença distingue a artrite. A presença de artralgia com padrão poliarticular migratório e assimétrico envolvendo grandes articulações é altamente sugestiva de febre reumática e frequentemente é associada à cardite. A presença de artrite como critério maior não permite a inclusão da artralgia como critério menor.

  • Febre

A febre é frequente no início do surto agudo e ocorre em quase todos os surtos de artrite. Não tem um padrão característico. Em geral, cede espontaneamente em poucos dias e responde rapidamente aos anti-inflamatórios não hormonais. Pacientes com cardite não associada à artrite podem cursar com febre baixa, enquanto os que se apresentam com coreia pura são afebris. 


  • Intervalo PR


O intervalo PR pode estar aumentado em pacientes com febre reumática, mesmo na ausência de cardite, assim como em indivíduos normais. O eletrocardiograma deve ser solicitado em todos os pacientes com suspeita de FR e repetido para registrar o retorno à normalidade. Na criança, considera-se o intervalo PR aumentado quando apresenta valores acima de 0,18 s e, nos adolescentes e adultos, acima de 0,20 s.

  • Reagentes de fase aguda

As provas de atividade inflamatória ou reagentes de fase aguda não são específicas da FR, porém auxiliam no monitoramento da presença de processo inflamatório (fase aguda) e da sua remissão.

A velocidade de hemossedimentação (VHS) se eleva nas primeiras semanas de doença. Ressalte-se que, na presença de anemia, a VHS pode estar superestimada, bem como subestimada, nos pacientes com insuficiência cardíaca.

A proteína C reativa (PCR) se eleva no início da fase aguda e seus valores diminuem no final da segunda ou da terceira semana. Sempre que possível deve ser titulada, sendo mais fidedigna que a VHS.

A alfa-1-glicoproteína ácida apresenta títulos elevados na fase aguda da doença, mantendo-se elevada por tempo mais prolongado. Deve ser utilizada para monitorar a atividade da FR.

Na eletroforese de proteína, a alfa-2-globulina se eleva precocemente na fase aguda e pode ser utilizada também para o seguimento da atividade da doença.

É importante ressaltar que qualquer combinação das provas laboratoriais de fase aguda deve ser considerada como apenas uma manifestação menor da FR.



FONTE:

Adaptado das Diretrizes Brasileiras para o Diagnóstico, Tratamento e Prevenção da Febre Reumática (2009)

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Filariose Bacroftiana



Apesar dos avanços científicos e tecnológicos, as doenças endêmicas continuam atingindo percentual expressivo de indivíduos em países subdesenvolvidos; provocando grandes perdas sociais e financeiras. A Filariose Bancroftiana é uma doença endêmica de regiões tropicais que tem como agente causador da infecção a Wuchereria bancrofti e afeta exclusivamente o homem, seu hospedeiro definitivo, sendo transmitida pelo Culex quinquefasciatus, conhecido popularmente como muriçoca. 

Fig1: Na imagem acima, à esquerda, observa-se um mosquito do gênero Culex durante alimentação de sangue. É neste momento que o inseto é capaz de injetar o verme causador da filariose na pele humana. As formas larvais da filária Wuchereria bancrofti, denominadas microfilárias (à direita, na ilustração), podem ser encontradas na circulação sanguínea dos pacientes durante a noite . Disponível:http://www.leituraeescritura.com/revista/le_01g.htm, Acesso em: 17/04/2014.


No Brasil, a Região Metropolitana do Recife (PE) é considerada o principal foco ativo e em expansão de filaríase linfática, sendo a área de maior transmissibilidade, seguida por Maceió (AL). Belém (PA), outro foco importante no passado recente, está em vias de ser considerada uma área no Brasil onde a endemia encontra-se sob controle.

O agente etiológico é o Wuchereria bancrofti, nematódeo que vive nos vasos linfáticos dos indivíduos infectados, sendo o reservatório o homem. O modo de transmissão se dá pela picada dos mosquitos transmissores com larvas infectantes (L3). No Brasil, o Culex quinquefasciatus é o principal transmissor. Em geral, as microfilárias têm periodicidade para circular no sangue periférico, sendo mais detectadas à noite, entre às 23h e 1h.

Fi2: Ciclo biológico da filariose bancrofitiniana. Disponível:http://fcfrp.usp.br/dactb/Parasitologia/Arquivos/Filarias_Humanas.htm, Acesso em: 17/04/2014.
 
           
Manifestações alérgicas podem aparecer 1 mês após a infecção, sendo então esse o período de incubação. As microfilárias, em geral, aparecem no sangue periférico de 6 a 12 meses após a infecção com as larvas infectantes da W. bancrofti. Não se transmite a doença de pessoa a pessoa. Então,  período de transmissibilidade funciona assim: o ciclo ocorre quando um inseto transmissor pica um homem infectado com microfilaremia e a transmite a outro indivíduo, após maturação das microfilárias no vetor, que ocorre entre 12 a 14 dias do repasto sanguíneo. A microfilaremia pode persistir, aproximadamente, por 5 a 10 anos.

O diagnóstico da doença é clínico-epidemiológico. Isso quando o indivíduo é oriundo de área endêmica. Mas o diagnóstico específico se dá pelo teste de rotina é feito pela pesquisa da microfilária no sangue periférico, pelo método da gota espessa(periodicidade noturna, das 23h a 1h). Pode-se, ainda, pesquisar microfilária no líquido ascítico, pleural, sinovial, cefalorraquidiano, urina, expectoração e gânglios, sendo, entretanto, restrito a casos específicos. Pela presença do verme adulto no sistema linfático, genitália ou em outras lesões. Podem ainda ser realizados os testes de Elisa ou testes imunocromatográficos para pesquisa de antígenos circulantes. Ainda há exames de imagem, em que nos homens, é indicada a ultra-sonografia da bolsa escrotal; em mulheres, a ultra-sonografia da mama ou região inguinal e axilar deve ser avaliada.

Em relação ao tratamento,a droga de escolha é a Dietilcarbamazina (DEC), com vários esquemas preconizados: 6mg/kg/dia, VO, com periodicidade ou anual; 6mg/kg/dia, VO, por 12 dias; 6mg/kg/dia, VO, por 2 a 4 semanas.

            Outra droga, também, utilizada é a Ivermectina (IVM), na dose de 200μg /kg, 1 vez por ano, VO. Além disso, tem-se utilizado a associação da IVM + DEC nas doses: IVM, 200μg /kg + DEC, 6mg/kg, VO, 1 vez por ano, ou IVM, 200μg/kg + DEC 6mg/kg. Doses únicas de IVM são aparentemente iguais em eficácia, segurança e tolerância, quando comparadas com doses únicas de DEC. O regime em combinação aparenta ser melhor do que a utilização de ambas as drogas isoladamente, para obtenção, a longo prazo, da redução, da densidade e da prevalência da microfilaremia. O período exato desses vários tratamentos não tem sido estabelecido, porém estima-se que se deve administrar dose única por 5 a 10 anos. A DEC não pode ser administrada em áreas  onde coexiste oncocercose ou loíase. Felizmente, não há coexistência geográfica dessas filarioses no Brasil. Para facilitar a relação peso/dose IVM, observar: Ivermectina, dose única, VO, obedecendo a escala de peso corporal (15 a 24kg: 1/2 comprimido; 25 a 35kg: 1 comprimido; 36 a 50kg: 1 1/2 comprimido; 51 a 65kg: 2 comprimidos; 65 a 79kg: 2 1/2 comprimidos; ≥80kg: 200μg/kg).

Para se definir um caso de Filarose Bacroftiana, tem-se o seguinte:

    Área Endêmica

    Caso suspeito: toda pessoa, residente ou procedente dos municípios onde persistem focos, que apresente um ou mais dos seguintes sintomas:

  • Hidrocele (aumento de volume escrotal); e/ou

  • Linfedema (edema mole ou duro, unilateral ou bilateral, nesse caso geralmente assimétrico, localizado nas extremidades dos membros e mamas; e/ou

  • Eosinofilia Pulmonar Tropical (tosse paroxística predominantemente noturna,dispneia recorrente e contagem de eosinófilos = 3.000 mm3); e/ou

  • Hipertrofia ganglionar (hipertrofia ganglionar igual ou maior que 2 cm de diâmetro em região inguinal, axilar ou epitroclear, sem sinais flogísticos e ausência de infecções de pele na área de drenagem do referido gânglio); e/ou

  • Quilúria (eliminação intermitente de urina leitosa, comprovada através de proteinúria de 24 horas).


    
Caso confirmado: todo individuo com ou sem manifestações clínicas, que apresente:
  • Exame parasitológico para pesquisa de microfilárias (gota espessa ou Knott ou filtração em membrana de policarbonato) positivo; e/ou
  • Pesquisa de antígenos filariais circulantes (Og4C3-ELISA, teste do cartão ICT) positivo; e/ou a possibilidade de neoplasia.
  • Verme adulto visualizado por meio de ultrassonografia e/ou exame histopatológico positivo para FL; e/ou
  • Pelo menos um episódio de linfangite retrograda e/ou adenolinfangite em membro ou escroto ou mama, com duração de 3 a 7 dias; e/ou
  • Linfedema e/ou hidrocele e/ou quilúria e/ou erisipela de repetição, se não foi possível estabelecer outro diagnóstico etiológico diferente de FL.

              Área Não Endêmica
    
    Caso suspeito: toda pessoa que apresente sinais e sintomas compatíveis com FL: linfedema e/ou hidrocele e/ou quilúria e/ou erisipela de repetição, quando não foi possível estabelecer outro diagnóstico etiológico diferente de FL*.

     Caso confirmado:
  • Toda pessoa com manifestações clínicas ou não em que se detectou, na corrente sanguínea por meio direto (GE, KT ou FM), a presença de microfilárias ou de forma indireta ACF; ou
  • Toda pessoa com manifestações clínicas ou não em que se detectaram, por meio da ultrassonografia, vermes adultos em vasos linfáticos; e/ou
  • Todo indivíduo classificado como suspeito, que tenha residido em área endêmica por período superior a 2 anos; e/ou
  • Todo indivíduo classificado como suspeito, que tenha entre seus contatos intra e/ou peridomiciliares casos confirmados laboratorialmente e resida em locais onde coexista o vetor.
 
Fig3:Imagens dos edemas provocados pelo parasita Wuchereria bancrofti. Disponível:http://negritosbio.blogspot.com.br/p/doencas-provocadas-por-nematelmintos.html, Acesso em: 17/04/2014.  
 O vídeo abaixo aborda o tema filariose , vale à pena dar uma olhada:


Referências:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. In:______. Guia de Vigilância Epidemiológica. 7. Ed. Brasília. Série A. Normas e Manuais Técnicos, 2010. Caderno 12, p. 1 – 14.